Saudações leitores, já fazia tanto tempo que não aparecia por aqui que creio que alguns nem devem mais se lembrar de mim.
Aproveitando que recentemente o Pac-Man completou seus 30 anos de existência, não podia deixar de falar sobre o tema, relacionando-o com o nosso querido Super Nintendo, console ícone deste site.
Foram lançados comercialmente quatro jogos da “série” (se é que se pode chamar de série) para o Super Nintendo, na seguinte ordem: Pac Attack, Pac-Man 2: The New Adventures, Pac-in-Time e Ms. Pac-Man. Vou falar sobre esses quatro jogos, na ordem descrita (ordem de lançamento), cada um em posts individuais, começando com o Pac Attack.
Pac Attack
O jogo foi lançado em Outubro de 1993, pela Namco, sendo ele o primeiro jogo da “série” para o sistema. O jogo foi criado inicialmente para Super Nintendo e Mega Drive, mas teve versões para Game Gear e para o Game Boy (preto e branco) feitas em 1994.
O jogo em si foi uma adaptação feita do jogo Cosmo Gang the Puzzle, que é um jogo de Arcade lançado pela Namco em 1992. Apesar disso, Pac-Attack nunca teve uma versão Arcade.
Em Pac Attack, existem três modos de jogo:
• Normal Mode (Modo Normal) – Neste modo, você deverá evitar que os blocos cheguem ao topo da fase (como em Tetris). Porém, há fantasmas atrapalhando o seu jogo, e você deverá usar o Pac-Man para conseguir eliminá-los.
• Puzzle Mode (Modo Quebra-cabeça) – Neste modo, você deverá acabar com todos os fantasmas da fase, mas com um número limitado de Pacs.
• Versus Mode (Modo Versus) – Este é o único modo multijogador do jogo, aonde o jogador 1 deverá comer Blinky, enquanto o jogador 2 deverá comer Sue, o fantasma roxo de Pac-Mania.

Tradução: “Bem-vindo ao modo quebra-cabeças
Você receberá um número limitado
de Pacs para acabar com todos
os fantasmas da fase.
Antes de colocar as suas peças,
você pode mudar sua direção
com os botões L, R ou X.
Será que você conseguirá
acabar com todas as 100 fases?
Boa refeição!!”
O estilo de jogo de Pac Attack é muito semelhante à Columns e Dr. Mario, porém, com um estilo bem próprio e divertido, recomendadíssimo para quem quiser passar o tempo com um jogo de estilo diversificado do que estamos acostumados a ver. Você não vai se arrepender em jogar mais essa obra prima do SNES.























Certamente todo ser humano urbanizado já deve ter ouvido falar da história de “Mogli, o menino-lobo“, ou “O Livro da selva” (The Jungle Book), como é conhecido mundialmente. Para quem não sabe, The Jungle Book foi escrito originalmente por Rudyard Kipling, em 1894. A sua história é usada como base no aprendizado do
Você controla Mogli, um menino selvagem que foi criado por lobos. Mogli teve de ser levado para sua casa na selva e agora quer voltar para cidade por causa de Shere Khan, o tigre, que quer devorá-lo. Mogli terá de lutar na selva para escapar de Shere Khan e chegar na cidade. Durante a sua jornada, ele vai conhecer a esperta pantera Baguera, o animado urso Balu, o Rei Louie, a cobra hipnotizadora Kaa e até mesmo o próprio Shere Khan.
O jogo tem uma jogabilidade boa, com ótimos gráficos, considerando, naturalmente, a época em que o jogo foi lançado (1994), contendo vários elementos de uma selva de verdade, tais como macacos, abelhas, cipós, pedras rolando, cobras, formigueiros, pássaros e etc, além dos diamantes verdes e vermelhos que você precisa recolher para acumular pontos.











