Pensou que só tinha Pateta e Max hoje? Se enganou! Hoje trouxe um combo de dois vídeos detonados para comemorar e testar minha nova internet. Creio que semanalmente eu vá trazer vídeos detonados, mas se não der para eu trazer todo final de semana é porque é de um jogo muito longo(como foi o caso do Super Mario World). Dessa vez, trago para vocês um detonado 100% do Megaman X, um dos melhores jogos de plataforma para o nosso querido Super Nintendo. No detonado eu faço o caminho que eu julgo melhor, pegando todos os itens, inclusive o Haduken. Eu já fiz um review (acho que o mais trabalhoso) sobre esse jogo e se você quiser conferir enquanto assiste, clique aqui. Confira mais abaixo com o detonado fase a fase, um link para uma playlist com todos os vídeos em ordem e um link para o meu canal no Youtube.
A série The Legend of Zelda completou em 2011 seus 25 anos. Em 21 de fevereiro de 1986, o game original, criado por Shigeru Miyamotoe Takashi Tezuka para o Famicom (NES no resto do mundo), chegava às lojas japonesas. Ninguém sabia o que estava por vir. Uma das mais adoradas franquias da história dos videogames logo se tornaria uma das mais bem sucedidas.
Histórias emocionantes e personagens cativantes permeiam todos os games, que misturam aventura, combate, exploração e muitos puzzles dentro dos infames “dungeons”. Isso sem falar na fantástica Triforce, item que, de maneira brilhante, une herói, mocinha e vilão – Link, a Princesa Zelda e Ganondorf, respectivamente – em linhas narrativas que se cruzam perigosamente a cada edição.
Somente este ano, teremos o lançamento de mais dois games: Ocarina of Time 3D, remake para o novo portátil da Nintendo, o Nintendo 3DS, e um game inédito, Skyward Sword, para o Wii.
Realidades paralelas, possíveis sequências ou reencarnações ligam os jogos. Se existe uma cronologia única que reúnam todos eles, talvez não se descubra nem nos próximos 25 anos. Em homenagem a esta data especial, e a uma série mais especial ainda, o pessoal do techtudo criou um ranking com seus melhores games:
10 – The Legend of Zelda: Twilight Princess
A última aventura de Link nos consoles, em 2006, foi também um dos games de lançamento do Wii. No game, o herói começa como um simples camponês, até descobrir seu destino de salvar a terra de Hyrule de uma terrível escuridão. Apesar de ótimos gráficos e jogabilidade, e de muitas referências a games anteriores, o jogo foi muito criticado porque Link passa boa parte do tempo transformado em lobo, o que não agradou os fãs.
09 – The Legend of Zelda: The Minish Cap
Lançado em 2005 para o Game Boy Advance, o game mostra Link atravessando uma terra estranha em busca de relíquias fragmentadas. Mas o único meio de conseguir é se tornando microscópico, com a ajuda do Minish Cap do título, e fundindo estas relíquias para resolver puzzles e salvar a diminuta população.
08 – The Legend of Zelda: Majora’s Mask
Já no fim da vida do Nintendo 64, em 2000, fomos presenteados com esta pérola do desenvolvimento de personagem como poucas vezes foi vista antes. Sequência de Ocarina of Time, neste game Link vai parar no estranho mundo de Termina, que será destruída pela lua (com a cara do Ganondorf) em apenas três dias. Com o relógio tocando, viagem no tempo, máscaras estranhas e muita gente para ajudar, ele deve salvar o mundo mais uma vez.
07 – The Legend of Zelda: Four Swords / Adventures
Dois jogos distintos lançados com dois anos de distância, Four Swords saiu em 2002 para o Game Boy Advance juntamente com seu port de A Link to the Past, quase como um experimento multiplayer no qual quatro jogadores competiam e cooperavam, cada um com seu Link de uma cor. Já em Four Swords Adventures (Gamecube, 2004) os quatros Links se reúnem em uma história inédita, com fases amplas e muita liberdade.
06 – The Legend of Zelda: Oracle of Ages / Seasons
Em uma fantástica parceria com a Capcom, o Game Boy Color ganhou em 2001 os jogos interligados Oracle of Ages e Oracle of Seasons, situados no mundo de Holodrum. Em Ages, Link pode manipular o tempo e dar grandes saltos entre passado, presente e futuro. Em Seasons, ele pode manipular as estações do ano e o clima, para resolver puzzles e abrir diferentes passagens.
05 – The Legend of Zelda: Link’s Awakening
Sequência direta de A Link to the Past, este game foi lançado em 1993 para o Game Boy e depois colorizado em 98 para o Game Boy Color. No game, Link se torna náufrago na ilha de Koholint e deve juntar instrumentos para acordar o esquisito Wind Fish e voltar pra casa. Apesar das limitações do portátil, o game foi um sucesso.
04 – The Legend of Zelda: The Wind Waker
Com um visual de cartoon que causou muita polêmica na época, esta edição para o Gamecube em 2003 é sobre… navegação. No futuro, terra de Hyrule é inundada para conter o poder de Ganondorf, e cabe a Link percorrer as ilhas em busca de pistas para recuperar os pedaços da Triforce, enfrentando no caminho de pirata a certas princesas com crise de identidade…
03 – The Legend of Zelda
O game original merece um lugar de destaque pela sua originalidade e por ser um dos primeiros da indústria a ter sua história contada no próprio jogo, não no manual. O esperto sistema de itens, os dungeons dificílimos e chefes memoráveis tornaram The Legend of Zelda referência de aventura de qualidade.
02 – The Legend of Zelda: A Link to the Past
Lançado em 1992, para o SNES, o maior desafio de Link começa em uma Hyrule tomada pela destruição e doenças, que abraça o mago Agahnim como seu salvador, mas logo a princesa Zelda descobre a terrível verdade e manda um pedido de socorro nos sonhos do herói para ele restaure a paz. Com gráficos excelentes para a época, muito mais itens e personagens e dois mundos para explorar, o jogo se tornou um verdadeiro clássico.
01 – The Legend of Zelda: Ocarina of Time
Poucas franquias na indústria fizeram a transição da jogabilidade 2D para a 3D de maneira tão satisfatória como Zelda. O Nintendo 64 já havia mostrado a que veio com seu Super Mario 64, mas The Legend of Zelda: Ocarina of Time o superou. Considerado o marco zero da série, o game cenários vastos e belíssimas animações, além de focar a origem do mal de Ganondorf, explorando temas como destino e a perda da inocência como nunca havia sido visto antes.
Olá pessoal da SnesBr. Fazia alguns séculos que eu havia parado de fazer meus Reviews e outras matérias relacionadas a Video Game em geral. Em meados de Julho de 2009 eu tinha feito um detonado em vídeo do jogo Aladdin em que eu conseguia 90% (aproximadamente) do jogo completo. Na época eu não tinha condições de fazer uploads de vídeos e nem de nada, mas hoje estou com uma internet melhor e resolvi compartilhar com vocês esses vídeos. Abaixo o detonado fase a fase com todas as 17 fases do Aladdin do SNES. Abraços, e boa jogatina.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9
Parte 10
Parte 11
Parte 12
Parte 13
Parte 14
Parte 15
Parte 16
Parte 17
Quer baixar o jogo do Aladdin? Clique aqui Aladdin
“Mario Forever foi fácil demais para você? Então tente superar estas fases de nível muito mais elevado de dificuldade!”
Super Mario 3: Mario Forever Advance é mais um jogo da Softendo com o encanador bigodudo como protagonista. Porém, o diferencial desta versão está em sua dificuldade: nele você precisa possuir uma precisão milimétrica para conseguir encarar os obstáculos de cada fase. Além disso, também são necessários reflexos felinos para desviar dos perigos escondidos.
Quem já jogou Mario Forever, ou qualquer outro jogo da mascote da Nintendo, talvez tenha sentido uma necessidade de testar suas habilidades em fases mais bem elaboradas e com caminhos menos previsíveis. Nesse sentido, Super Mario 3: Mario Forever Advance é exatamente o que supre os desejos desses habilidosos jogadores.
99% de chances… De falhar!
A dificuldade de passar as fases de Super Mario 3: Mario Forever Advance é tão grande que você talvez tenha dificuldades de vencer até mesmo a primeira – na verdade, se você conseguir ficar vivo durante mais do que 30 segundos, sua habilidade já é provada grande.
As duas principais diferenças deste jogo para os convencionais de Mario podem ser resumidas nas palavras “cano” e “cogumelo”. Isso porque ao entrar nos canos, você literalmente “entra pelo cano”: antes de sair do outro lado, uma pedra começa a cair e atinge Mario assim que sua cabeça aparece. Já os cogumelos são relevantes porque você encontra praticamente só os venenosos pelo caminho – diferente disso, no máximo um cogumelo verde escondido sob uma caixa invisível.
Jogabilidade
Super Mario 3: Mario Forever Advance já é difícil por si só, todavia, você encontrará muito mais dificuldades durante as fases devido ao atraso de resposta e à sensibilidade dos comandos.
Por exemplo, na metade da primeira fase é preciso pular de um lado do abismo para o outro usando um trampolim, no entanto, é praticamente impossível acertar o tempo do pulo e evitar a morte. Por outro lado, a sensibilidade dos comandos faz Mario não precisar de impulso para correr em sua velocidade máxima e também atrapalha a precisão dos saltos quando é preciso pousar sobre uma superfície de área reduzida.
Cuidado na hora de instalar
Todos os jogos da Softendo apresentam uma característica em comum: assim que a instalação acaba, uma janela sugere a instalação da barra de ferramentas da desenvolvedora. Caso você não a queira, desmarque a opção indicada na figura abaixo:
Talvez você já tenha suado a camisa pensando na melhor forma de se pedir demissão.
As vezes fácil ou muito complicada em questões burocrática$. Eu mesmo já pedi as contas mais de uma vez, é comum.
Essa história surgiu no estúdio de desenvolvimento de jogos 2K Games da Australia, responsável pelos jogos como Mafia II, Bio Shock 2 e Civilization. Leia:
Um programador de jogos certo dia precisavea pedir as contas, e ao invês de fazer o velho modo padrão de pedir demissão (escrever uma carta), anunciou sua renúncia em grande estilo.
Com uma versão levemente reformulada do Super Mario Bros, Jarrad Woods simplesmente pediu demissão.
No jogo, ele troca o tradicional título com o nome do jogo do Mario por “A Message for 2K Australia”, ou “Uma mensagem a 2K Australia“. No término do mapa uma janela “pouco” chamativa entrega a esperada mensagem “I Quit”, algo como “tô fora” ou “parei”.
Clique aqui para conhecer a página com o pedido de demissão.
E aí, tava pensando em pedir demissão esses dias? Ta aí uma referência, faça-a de forma criativa, e lembre-se, sai da empresa sempre levando em conta o aprendizado adquirido para colher bons frutos no futuro. Uma dica é sempre manter as portas abertas, nunca sair na base da briga, manter o bom relacionamento é importante, tanto pra você como para a empresa.
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