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Fever Pitch Soccer

Fever Pitch Soccer é um jogo de futebol um pouco diferente dos comuns.

Nesse game que marcou época para muitas pessoas, é possível dar chutes com fogo e uma curva fora do normal.

Fever Pitch SoccerFever Pitch Soccer

Desenvolvedora: U.S Gold
Modos de jogo: Um ou dois jogadores
Data de Lançamento: 1995

  Fever Pitch Soccer (835,8 KiB, 1.171 hits)

Sunset Riders

Começamos hoje a atender os pedidos realizados em nossa comunidade do Orkut.

Hoje, estamos atendendo ao pedido do nosso internauta “MθιΜΘǐ ^.^”.

Faça seu pedido também em nossa comunidade no Orkut.

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Sunset Riders é um jogo de faroeste onde o objetivo principal é caçar os piores foras-da-lei que rondam o oeste dos Estados Unidos. Você terá a oportunidade de escolher 1 entre os 4 caçadores de recompensas para iniciar sua jornada, eles são: Steve, Billy, Bob e Cormano. Steve e Billy usam pistolas (Mais parecem pistolas automáticas) enquanto seus dois colegas, Bob e Cormando usam espingardas que atingem uma area maior e tem maior eficiência (na minha opnião). Quando você inicia o jogo aparece a foto do fora-da-lei que você tem que caçar, te oferecem a recompensa por ele vivo ou morto.

Sunset RidersSunset Riders

Desenvolvedora: Konami
Data de Lançamento: 1993
Modos de jogo: Um ou dois jogadores

  Sunset Riders (769,3 KiB, 5.624 hits)

Star Fox

Star Fox, lançado com o nome de Starwing na Europa, é o primeiro jogo da série de video game Star Fox. O jogo foi lançado em 1993 para o SNES. Foi o primeiro jogo a incluir o Super FX chip, um coprocessador utilizado para acelerar imagens gráficas. Star Fox foi desenvolvido pela Argonaut Software e Nintendo, e publicado pela Nintendo.

A história do jogo envolve Fox McCloud e o time Star Fox, o quais devem defender seu mundo Corneria contra o ataque das forças Andross.

Star FoxStar Fox

Desenvolvedora: Nintendo EAD – Argonaut Software
Data de Lançamento: 1993
Modos de jogo: Um jogador

  Star Fox (609,5 KiB, 1.649 hits)

Batman – Revenge of the Joker

Batman: Return of the Joker (Mega Drive/SNES: Batman: Revenge of the Joker; NES japonesa: Dynamite Batman) é um jogo de videogame de ação-aventura, desenvolvido pela Sunsoft em 1991.

No jogo, Coringa consegue escapar do Asilo Arkham e, através de seus capangas, instala o caos em Gotham City. Cabe a Batman detê-lo, através das sete fases do jogo.

Batman - Revenge of the JokerBatman - Revenge of the Joker

Desenvolvedora: Sunsoft
Data de Lançamento: 1991
Modos de jogo: Um jogador

  Batman - Revenge of the Joker (440,7 KiB, 2.094 hits)

Mortal Kombat 3

Mortal Kombat 3 é o terceiro jogo da série Mortal Kombat, lançado em 1995. foi melhorado em Ultimate Mortal Kombat 3, e depois em Mortal Kombat Trilogy.

Novidades do jogo:

* Em MK3 criou-se o botão “Correr”, juntamente com um medidor para a “Corrida”, que fazia com que o jogador corresse, trazendo algumas vantagens. O medidor vai acabando de acordo com o tanto que o jogador usa-o para correr (o personagem corre somente para frente) e pode executar combos.

* Em MK3 criou-se os “Kombat Kodes” que eram códigos secretos de seis dígitos que poderiam ser inseridos em uma tela no modo versus, que modificava o jogo, fazendo com que se lutasse com personagens secretos e mostrasse certas mensagens, dependendo do código inserido.

* Em MK3 criou-se o “Ultimate Kombat Kode” que era um código secreto de dez dígitos que poderia ser inserido após terminar o jogo no modo arcade. Se o código for o correto, Smoke torna-se um jogador selecionável permanentemente. Na versão em arcade, o código poderia ser desativado acessando o menu de diagnóstico da placa.

* Em MK3 criou-se os “chain combos”, conhecidos como combos préviamente programados (intitulados combos ligados). “Chain combos” são botões pré-programados que se apertados farão com que os golpes sejam interligados (exemplo de um dos chain combos de Sonya: Chute alto-Chute alto-Soco alto-Soco alto-Soco fraco-Defesa+Soco alto). Alguns chain combos terminavam com um uppercut ou outro movimento que fazia com que o oponente fosse jogado para o alto.

* Em MK3 criou-se o tão comentado Animality, onde o personagem transformava-se em um animal e matava o oponente.

* Em MK3 criou-se o “Mercy”, que era necessário para o Animality. O Mercy só poderia ser feito no terceiro round.

* Em MK3 os personagens possuíam mais Fatalities e golpes especiais, e também havia os Fatalities de tela em três arenas: The Subway, The Bell Tower e The Pit 3.

* Na versão em arcade de MK3 foi introduzido a tela “Choose Your Destiny”. Essa era a tela de escolha de dificuldade, onde o próprio jogador escolhia a mesma. Esse recurso não era encontrado em nenhum dos antecessores, porque a dificuldade era configurada pelo técnico de manutenção.

* MK3 foi o primeiro jogo da série que fazia distinção da cor do sangue dependendo do personagem; os humanos e Shao Kahn tinham o tradicional sangue vermelho, Sheeva e Motaro sangue verde, enquanto os ninjas ciborgues tinham o sangue preto (óleo).

* MK3 foi o primeiro jogo da série onde se podia jogar com um membro da raça Shokan; Sheeva possuía movimentos próprios e outros personagens compartilhavam alguns movimentos.

* Algumas arenas davam a possibilidade de mudar de estágio, isso se fazia geralmente aplicando um uppercut no oponente. Por exemplo, se a luta começasse na arena The Soul Chamber, e o personagem aplicasse um uppercut, os dois personagens subiriam para o The Balcony e a luta continuaria lá.

* Em MK3 de Snes as arenas “Smoke’s Portal” e “Noob’s Dorfen” não estão presente no jogo.

Mais informações: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mortal_Kombat_3

Mortal Kombat 3Mortal Kombat 3

Desenvolvedora: Midway Games: Ed Boon, John Tobias
Data de Lançamento: 1995
Modos de jogo: Um ou dois jogadores

  Mortal Kombat 3 (3,4 MiB, 12.841 hits)

Atenção: Como o Conficker pode atacar milhões de PCs em 1º de abril

É um post não muito comum aqui na SnesBr, porém como todos nós usamos computador, é melhor dar uma boa lida nesta notícia.

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Como o Conficker pode atacar milhões de PCs em 1º de abril

Ele está à espreita em milhões de computadores em todo o mundo. É incrivelmente sofisticado e flexível, com conexões ponto a ponto integradas e tecnologia de code-signing digital. Ele se diverte acabando com softwares de segurança. Em 1º de abril, o worm Conficker será ativado.

O mais assustador sobre o worm Conficker – também chamado Downadup – é que literalmente milhões de PCs infectados que operam com o Windows podem ser conectados em rede para fazer o seu lançamento. A segunda coisa mais assustadora é que ninguém sabe ao certo o que seu criador vai fazer com este exército virtual em 1º de abril, quando ele está programado para entrar em contato com um servidor para obter instruções. Ele é tão ruim que a Microsoft está oferecendo uma recompensa de US$ 250 mil pelo autor, vivo ou morto (Bem, eles provavelmente o querem vivo, mas eles o odeiam com força).

John Markoff, do New York Times, reuniu algumas das possibilidades mais engenhosamente maléficas em um interessante artigo, sendo a mais sinistra delas a de um “Dark Google” – levantada pelo pesquisador Stefan Savage da Universidade da Califórnia em San Diego – que iria permitir que pessoas más explorarassem máquinas zumbis em todo o mundo atrás de dados para vender para outras pessoas más. (Leia o artigo original, em inglês, pelo atalho http://tinyurl.com/cxr9km)

Mas vamos voltar um pouco. Conficker – cujo nome esquisito é uma combinação de “configuração” e uma palavra pouco mais educada que fucker, segundo o Urban Dictionary (veja no atalho http://tinyurl.com/d588pj) – começou a vida como um humilde worm “não muito bem sucedido” em novembro, diz Vincent Weafer, VP da Symantec Security Response. Weafer nos disse que ele explorava a vulnerabilidade de um servidor remoto da Microsoft que já tinha sido anunciada e corrigida no mês anterior, de modo que os únicos sistemas vulneráveis foram os que não tinham sido atualizados.

Já o lançamento da edição B do Conficker, promovido em dezembro, foi “bastante bem sucedido”, diz Weafer. A praga infectou milhões de computadores não corrigidos, porque ele é um filho da mãe bem agressivo – o primeiro worm em anos em uma escala comparável ao Blaster. Ele tem capacidades de conexões integradas ponto a ponto e abre caminho à força para pastas ou impressoras compartilhadas abertas, para que ele possa se espalhar por uma rede de um escritório rapidamente. Ele também pega carona em USB flash drives e discos rígidos. Além de tudo isso, ele foi projetado para ser extremamente resistente, destruindo softwares de segurança, desabilitando o Windows Update, e mergulhando fundo nos computadores.

O lançamento da edição C saiu mês passado. Ele não vai atrás de máquinas novas – ele é na verdade uma espécie de update para computadores já infectados com o B. A versão C transformou o Conficker de uma pandemia de espirros em uma praga seriamente desagradável. Com o C, seus poderes de conexão ponto a ponto estão ainda mais alargados com o code-signing digital de modo que ele só aceita atualizações de código confiáveis dele mesmo. Isso significa que peritos de segurança não podem simplesmente injetar um código para neutralizá-lo. O patch também faz com que o Conficker seja mais eficiente em acabar com o software de segurança.

E ele também expandiu a quantidade de domínios que tenta contatar para obter instruções de 250 para 50 mil, neutralizando completamente a tática anterior dos peritos de segurança de derrubar os domínios. Não há nenhuma maneira eficaz para cortar a cabeça desta serpente demoníaca. O cenário está montado: Em 1 º de abril o Conficker vai buscar o próximo conjunto de instruções em uma cada vez mais forte zombienet.

Então o que vai acontecer?
Bem, ninguém sabe ao certo. O criador do Conficker pode fazer o que quiser com o seu exército. Lançar DoS attacks em massa, configurar a máfia do “Dark Google”, atingir milhões de novas máquinas, ou gerar uma onda de spams que vai travar servidores em todo o mundo.

Porém, o mais provável, nos disse Weafer, é que o criador do Conficker seja motivado por dinheiro – eles vão alugá-lo. E se o Conficker for usado como uma poderosa ferramenta apocalíptica, eles vão “perder rapidamente a capacidade de fazer dinheiro” com ele. Uma operação discreta domando a potência dos computadores que estão localizados principalmente em países em desenvolvimento pode não ter um grande impacto, embora certamente abriria um terrível precedente: Independentemente dos resultados do Conficker, eles levarão outros a desenvolver esta ideia em novas direções assustadoras.

A abordagem inovadora do Conficker que utiliza conexão ponto a ponto, code-signing e uma configuração em domínio distribuído muito possivelmente irá servir de inspiração para outros programadores de malwares, os quais Weafer disse que “você pode apostar” que estão assistindo bem de perto o sucesso do Conficker, da mesma forma que os criadores do Conficker claramente aprenderam com as experiências obtidas com malwares anteriores. É como o código aberto do mal.

Isso não significa que o 1º de abril será um “Pearl Harbor digital.” Se a sua máquina está com a correção e a atualização em dia, o Microsoft Report de Ed Bott (http://blogs.zdnet.com/Bott/) nos diz que você provavelmente estará totalmente bem. E sim, você pode se livrar dele mesmo se tiver sido infectado (no atalho http://tinyurl.com/8nbwux ).

Existe uma chance remota de que o Conficker possa se transformar num poderoso computador paralelo que chegue ao limite da autoconsciência, quando 1º de abril chegar. Porém, o mais do que provável é que o dia vá chegar e passar sem que você perceba nada de estranho, apenas alguns spams extras na sua caixa de entrada para algum V@ltr3xxx.

Fonte: Terra – Tecnologia




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