Agora que estamos a todo vapor denovo, é hora de lançar novos quadros e séries no blog. Como você já deve ter visto no post anterior, teremos uma série de SNES Portátil, além de produzirmos, na surdina, uma especial pra cada grande série que marcou a época do 16 bits da Nintendo.
Então, fiquemos com o jogo da série de nossa semana:
Sexta-feira, primeiro dia de 2010, teremos a resposta.
[UPDATE]
Tchan, tchan, tchan! Léo, da comunidade SNES # Super Nintendo do Orkut, matou a charada: esse é Traverse: Starlight & Prairie, game produzido pela Banpresto e distribuído pela Pandora Box em 1996. Infelizmente, só consegui encontrar a ROM em japonês, o que me impossibilita totalmente de jogá-lo.

A mecânica do jogo é bem diferente do que estamos acostumados a ver nos RPG`s por aí. Pra começar, você escolhe a data de nascimento, tipo sanguíneo e um mascote(além de selecionar seu nome e cor). No decorrer do jogo, essas informações vão ser úteis. No canto superior da tela, fica um mostrador com o horário e a data. Logo, tenho certeza que você terá que cumprir algumas missões em curto espaço de tempo.


O World Map também é diferente. Você aponta para onde quer andar, aperta A e uma bandeira é plantada no lugar para onde o personagem deve ir. Daí ele sai andando e para se encontrar algum obstáculo. Ao contrário de tudo o que você já viu por aí, o mundo não é “preso” – nesse aspecto ele se parece com Romancing Saga. Você pode entrar e sair de qualquer cidade desde o começo do jogo, procurando eventos para resolver.
Assim como em Harvest Moon, você tem a possibilidade de casar. Assim que atinge a idade, determinadas condições podem lhe dar um bom casamento com uma boa esposa. Por possuir a liberdade de ir pra qualquer cidade que você qusier, o jogo pode acabar tornadno-se cansativo. Então, a qualquer momento você pode terminá-lo casando-se. Agora pare um pouco pra pensar: isso lhe dá uma infinidade de finais. O melhor, no entanto, é quando você casa com Sonia, a heroína principal.

O sistema de batalhas é bonitinho até, com os quadradinhos lembrando Star Ocean. Longe da mecânica de SO, no entanto, cada um ataca no seu turno. Os personagens tem magias, summons e skills que podem ser modificadas de acordo com sua especialidade em um determinado tipo de arma: espada, machado, lança, cajado, arco e flehca, garra, chicote e etc. A magia acaba muito rápido, assim como nos Final Fantasy. Como se não bastasse, suas skills também consomem “FP”. Ao invés dos confrontos aleatórios que estamos acostumados, no qual quando você anda pode acontecer, em Traverse o simples fato de estar em uma área com monstros é o suficiente para acontecer um encontro com um monstro. Então, prepare-se para muita luta.
Não dá pra entrar em maiores detalhes da história por minha limitação quanto ao idioma do jogo. O Yonin no Translators comprou a briga para traduzir, mas como sabemos os tradutores demoram séculos.
http://www.youtube.com/watch?v=KtK-Spb3aDQ
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